Silêncio comprometedor: Corrinha Delfino não confirma versão de Zé Aldemir e alimenta rumores de racha em Cajazeiras.

Por: Folha do Vali

Na política, o silêncio pode ser tão revelador quanto uma confissão. E o da prefeita de Cajazeiras, Corrinha Delfino, está ecoando alto nos bastidores. Após o polêmico radialista Fabiano Gomes divulgar que ela e o ex-prefeito José Aldemir teriam protagonizado uma discussão áspera dentro da casa da gestora, o caso ganhou corpo e a reação dos envolvidos só fez aumentar a curiosidade do público.

Segundo a notícia, o ex-prefeito teria exigido apoio exclusivo à sua pré-candidatura a deputado estadual, cobrando que Corrinha se afastasse do deputado Júnior Araújo. O clima esquentou a ponto de o esposo da prefeita ter pedido que Zé Aldemir se retirasse do local.

Zé Aldemir correu para desmentir a história e, em seu estilo conhecido, tentou virar o jogo atacando o mensageiro, dizendo que Fabiano Gomes “não tem credibilidade”. No entanto, Corrinha Delfino optou pelo silêncio, e é justamente aí que mora o problema: se o episódio não passou de invenção, por que ela, principal interessada, não saiu em defesa de seu aliado e fiador político?

O silêncio da prefeita soa, no mínimo, estranho e desconfortável para quem sempre se apresentou como seguidora fiel do ex-prefeito. Afinal, se tudo não passou de fofoca, Corrinha deveria ter sido a primeira a desmentir e proteger quem a ajudou a chegar ao poder. Mas, ao que parece, a relação entre criador e criatura anda estremecida e, como diz o ditado, quando o aluno já não repete as falas do mestre, é porque aprendeu a andar sozinho.

Em Cajazeiras, a pergunta que não quer calar é simples, mas incômoda: teria o silêncio de Corrinha Delfino sepultado, de vez, a aliança com Zé Aldemir ou apenas antecipado o inevitável rompimento?

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